Agora, o Supremo Tribunal Federal parece não ter a menor pressa para tratar do assunto.
Marcado inicialmente para amanhã, terça-feira, dia 25, o julgamento da suspeição de Sergio Moro no caso do tríplex do Guarujá pelo STF, será adiado provavelmente para o segundo semestre. A análise do habeas corpus em que os advogados de defesa do ex-presidente Lula pedem a anulação do julgamento, alegando parcialidade do então juiz Sergio Moro, entrou numa fila de espera que tem mais de dez processos na frente.
EXCLUSIVO – STF VAI ADIAR JULGAMENTO DE SUSPEIÇÃO DE MORO.https://t.co/NFGdf1oBcB
— Mônica Bergamo (@monicabergamo) June 24, 2019
Um grupo de 25 entidades leva às Nações Unidas o debate sobre os vazamentos de conversar entre o ministro da Justiça, Sérgio Moro, e o procurador Deltan Dallagnol. Numa declaração durante o Conselho de Direitos Humanos da ONU, ongs alertaram que há uma “erosão” da confiança na judicatura e pedem que o estado brasileiro garanta a edição de contas por parte dos implicados.
O debate ocorreu durante a apresentação do relator da ONU, Diego García-Sayán, sobre a independência do Judiciário. A declaração foi realizada pela Articulação Justiça e Direitos Humanos, composta por grupos como Justiça Global, Terra de Direitos, Conselho Indigenista Missionário e Geledés Instituto da Mulher Negra.
Na ONU, entidades criticam Moro e cobram garantias do estado brasileiro https://t.co/AhgFaPViuA via @UOLNoticias @UOL
— Jamil Chade (@JamilChade) June 24, 2019
